Quantas pessoas que se quiseram suicidar se contentaram em rasgar a própria fotografia!
Origem:
Autor: Jules Renard
Nacionalidade: França
Viveu em: [1864-1910]
Profissão: Novelista/Dramaturgo
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- Erra quem, podendo, do erro não afasta os outros
- É tão fácil esmagar, em nome da liberdade exterior, a liberdade interior
- A dignidade pessoal e a honra não podem ser protegidas por outros. Devem ser zeladas pelo indivíduo em particular
- Nunca houve um filósofo / que conseguisse suportar pacientemente uma dor de dentes
- O progresso seria maravilhoso se pudesse ser parado
- Por vezes o entendimento descontrai-se para que a esperança se divirta com o que a imaginação sonha
- O riso é tão ridículo como decepcionante
- A natureza é o que sabemos / sem ter a arte de exprimi-lo
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- A beleza é a harmonia entre o acaso e o bem
- A vida espiritual dos homens, os seus impulsos profundos, o seu estímulo à acção são as coisas mais difíceis de prever, mas é justamente delas que depende a morte ou a salvação da humanidade
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- Oportunidade: uma ocasião favorável para agarrar uma desilusão
- Os momentos de crise suscitam um redobrar de vida nos homens
- A ingratidão é sempre uma forma de fraqueza. Nunca vi homens hábeis serem ingratos
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- A justiça é muitas vezes a máscara da irritação
- Com tempo até o urso aprende a dançar
- Muitos julgam cumprir o seu dever pronunciando aforismos abstractos para uso alheio em vez de pregar por meio do exemplo
- A única coisa que temos de respeitar, porque ela nos une, é a língua
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- Se conheceres a verdade, o teu coração não se compadecerá mais com o erro
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